Arte e Espaço

Três momentos da noção de espaço:  Renascimento, Cubismo e Arte Contemporânea

oficina com o crítico e professor de História da Arte Paulo Sérgio Duarte

A oficina “Arte e Espaço – Três momentos da noção de espaço: Renascimento, Cubismo e Arte Contemporânea”, ministrada pelo crítico e professor de História da Arte Paulo Sérgio Duarte, será realizada nos dias 02, 03 e 04 de março de 2005, das 14h às 17h na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles.

Paulo Sérgio Duarte propõe, nesta oficina, uma análise do conceito de espaço em três momentos específicos da História das Arte. O tema “Arte e Espaço” está relacionado à proposta da 5ª edição da Bienal de Artes Visuais do Mercosul, que será realizada entre setembro e novembro de 2005, com curadoria de Paulo Sérgio Duarte e que pretende abordar as experiências de espaço na arte contemporânea.

A oficina é gratuita e serão oferecidas 30 vagas. Para a pré-inscrição é necessário encaminhar carta de intenção, currículo sucinto e dados pessoais para Museu Victor Meirelles:
Rua Victor Meirelles, 59, Centro – Florianópolis-SC
ou através do email: museu.victor.meirelles@iphan.gov.br, até o dia 25 de fevereiro de 2005.

Este evento faz parte da programação da Agenda Cultural do Museu Victor Meirelles, que conta com o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Arte Espaco 2005

Sobre o ministrante:

Paulo Sérgio Duarte é crítico e professor de História da Arte. Lecionou História da Arte Moderna no curso de pós-graduação de História da Arte da PUC-Rio, Teoria e História da Arte na Escola de Artes Visuais do Rio de Janeiro (Parque Lage).

Além da atividade docente, foi diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas da FUNARTE (1981-83), primeiro Diretor Geral do Paço Imperial do IPHAN (1986-90), Assessor-Chefe e Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Educação e Cultura do Rio de Janeiro (1983-86) e Subsecretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro (1991-94).

Publicou diversos estudos sobre arte brasileira moderna e contemporânea, entre os quais, os livros “Anos 60 – Transformações da Arte no Brasil”, pela editora Campos Gerais em 1998 e “Waltercio Caldas”, pela editora Cosac & Naify, em 2001.

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