Lançamento Amor

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Na próxima terça-feira, 06 de novembro de 2007 , o Museu Victor Meirelles irá receber Adriana Barreto, Bruna Mansani, Regina Melim, Vanessa Schultz para uma conversa em comemoração ao lançamento da edição do AMOR, uma das edições das exposições portáteis organizadas por Regina Melim. O lançamento ocorrerá as 18h30 na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles.

Artistas: adriana barreto, alexandre antunes, alex cabral, aline dias, amanda cifuente , ana miguel, ana paula lima, brigida baltar, bruna mansani, bruno machado, carla zaccagnini, carlos asp, cassio ferraz, chris daniels, cleverson salvaro, daniel acosta, daniel horch, daniela mattos, debora santiago, dennis radünz, diego rayck, edmilson vasconcelos, eliane prolik, fabiola scaranto, federico manuel peralta ramos, giorgia mesquita, glaucis de moraes, joca wolff, jose rafael mamigonian, jorge menna barreto, julia amaral, laercio redondo, luana veiga, lucia koch, lucio agra, lucy crichton, luiz rodolfo annes, maikel da maia, marcos chaves, mariana silva da silva, melissa barbery, milton machado, nara milioli, nazareno rodrigues, nicolás varchausky, orlando maneschy, paulo bruscky, priscila zaccaron, raquel garbelotti, raquel stolf, ricardo basbaum, rimon guimarães, rodrigo garcia lopes, roseline rannoch, sergio basbaum, suely farhi, tamara willerding, tatiana ferraz, teresa riccardi, traplev, vanessa schultz, yan soares, yara guasque, yiftah peled. Apresentação de Regina Melim e texto/obra de Paulo Reis

Exposições Portáteis por Regina Melim

Exposições portáteis é um projeto cujo objetivo é apresentar mostras que são realizadas no espaço de uma publicação. Caracterizando-se como um espaço móvel estas exposições-publicações buscam expandir o circuito dos espaços institucionais (museus e galerias), extrapolando o meio físico de suas salas expositivas, suas fronteiras geográficas, assim como a própria noção de exposição.

Concebidas para habitarem temporariamente uma sala expositiva, a idéia é que estas exposições possa prolongar-se em outros contextos, através da participação do espectador que poderá levar consigo, estender e ampliar seus níveis de reflexão.

Seu formato livro tenta deslocar o que sempre esteve vinculado como informação secundária ou registro de uma exposição, para tornar-se, ela própria – a publicação – o veículo primário das proposições artísticas que ali se inserem.

Além disso, objetivando alterar a forma convencional de recepção, com esta exposição o espectador passa a interagir tactilmente com a obra artística, que existe não como estrutura pronta, fechada em si, mas como uma superfície aberta e distributiva. E em permanente circulação.

Neste sentido, estas exposições portáteis buscam ainda desafiar algumas regras que geralmente governam as mostras de arte. Ou seja, de não apresentarem-se apenas como um conjunto de obras instaladas em um espaço num tempo determinado, mas inseridas dentro de uma temporalidade diferenciada e alargada, tentam resistir ao tempo formatado de sua cultura estabelecida pela fórmula: começou-acabou. E, quando desmanchada, tudo é novamente pintado de branco.

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