Conversa com o curador Charles Narloch

SONETOS
EXPOSIÇÃO DE LUIZ HENRIQUE SCHWANKE
Curadoria: Charles Narloch
20 de agosto até 16 de outubro de 2008
Visitação: de terça a sexta-feira das 13h às 18h

Sem título, 257x17,7 cm, nanquim sobre papel, 1980. Sem título, 25,7x17,7 cm, nanquim sobre papel, 1980.

Sem título, 257×17,7 cm, nanquim sobre papel, 1980. Sem título, 25,7×17,7 cm, nanquim sobre papel, 1980.

Exibição do vídeo À luz de Schwanke: 20 de agosto às 18h
Conversa com o curador: 20 de agosto às 18h30
Abertura: 20 de agosto às 19h

Na próxima quarta-feira, 20 de agosto, o Museu Victor Meirelles promoverá a abertura da exposição Sonetos de Luiz Henrique Schwanke (1951 – 1992) com a curadoria de Charles Narloch. A exposição tem como objetivo trazer ao público cerca de 34 obras inéditas da série Sonetos. Produzidas em sua maioria nos anos 80, estas obras foram realizadas em suporte de vários tipos de papéis, oriundas do acervo da família.

No mesmo dia, será exibido o curta-documentário À luz de Schwanke, sobre a trajetória do artista, dirigido por Ivaldo Brasil Jr. e Mauricio Venturi. Em seguida, Charles Narloch irá conversar com o público sobre exposição.

Sobre o Artista:
Luiz Henrique Schwanke (1951 – 1992) nasceu em Joinville. Sua primeira mostra individual, com pinturas, aconteceu em 1969 na Exposição de Flores e Artes de Joinville. Realizou mais de 130 exposições, entre individuais e coletivas, e participou dos mais importantes salões nacionais. Em 1989, foi selecionado por uma comissão composta por Paulo Sergio Duarte, Sheila Lerner, Evelyn Berg Iochpe e Frederico de Moraes para expor na Bienal do Rio de Janeiro. Em 1991, foi o único artista catarinense a participar da 21ª Bienal Internacional de São Paulo. Schwanke morreu em 27 de maio de 1992.

Sobre o curador:
Charles Narloch curador independente e presidente da Fundação Cultural de Joinville. Participou, como curador e assessor, do Projeto Pretexto, cooordenado pelo Sesc/SC (2005/2007). Tem atuado como membro de comissões curatoriais de salões e exposições em Santa Catarina e no Paraná, com destaque para a Bienal RBS de Artes Plásticas, Salão Universitário da UFSC (Florianópolis), Salão dos Novos (Joinville), Salão Paranaense (Curitiba) e Salão Nacional Victor Meirelles (Florianópolis).

Sobre o documentário:
À luz de Schwanke (2007) percorre a trajetória do artista em busca do “claro-escuro” presentes em suas obras, com depoimentos de familiares, amigos, críticos de arte, pesquisadores e curadores. Schwanke dividiu-se entre Joinville (SC) e Curitiba (PR); considerado um expoente das artes plásticas catarinenses e da Geração 80. À luz de Schwanke foi dirigido por Ivaldo Brasil Jr. e Mauricio Venturi.

A entrada é gratuita.

Deixe seu comentário

COMENTÁRIO
  1. Captcha
 

cforms contact form by delicious:days